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Circularidade aplicada à indústria.

O melhor destino
começa antes do descarte.

Recuperar valor significa avaliar o que pode permanecer em uso, ser reaproveitado ou retornar à cadeia como material.

Ver lógica de circularidade
01 / Princípio

Circularidade como decisão operacional.

Antes de descartar,
é preciso classificar.

Ativos industriais carregam valor técnico, material e econômico. Uma decisão de destinação pode preservar parte desse valor ou eliminá-lo.

Por isso, a circularidade começa na leitura do ativo — não no fim do processo.

02 / Hierarquia

Preservar o máximo de valor possível.

Quatro rotas.
Da maior preservação ao destino final.

01

Manter em uso

Ativo completo.

02

Reaproveitar

Componentes e estruturas.

03

Reciclar

Materiais segregados.

04

Destinar

O que não tem nova rota.

01 / Manter em uso

Preservar o ativo.

Quando tecnicamente viável, manter o ativo em uso preserva mais do valor já incorporado.

03 / Processo

Decisão antes do destino.

Identificar.
Avaliar. Direcionar.

01Identificar

Ativos, materiais e condição.

02Avaliar

Potencial técnico e econômico.

03Classificar

Rotas possíveis.

04Direcionar

Reuso, comercialização, reciclagem ou destino.

05Registrar

Informação organizada para o processo.

04 / Escopo

O que pode entrar no ciclo.

Ativos e materiais
pedem rotas diferentes.

01

Equipamentos

Potencial de reutilização ou comercialização.

02

Componentes

Peças e subconjuntos recuperáveis.

03

Ferrosos

Segregação e retorno como material.

04

Não ferrosos

Cobre, alumínio e outras ligas.

05

Estruturas

Reuso, recuperação ou reciclagem.

05 / Evidência

Dados antes de afirmações.

Indicadores públicos
só com base validada.

A SG METAIS não publica nesta versão métricas ambientais, percentuais de recuperação ou certificações sem documentação validada.

Estrutura preparada para indicadores futuros.
06 / Próximo ciclo

Tem ativos fora de operação?

Avalie antes de destinar.